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terça-feira, dezembro 16, 2008

Novo ano, ano novo, ou seria novo novo?


Mais um ano que se passa, mais um ano que se vai. Tá bom, sei que esse tema esta pra mais de batido , ainda mais nessa época do ano onde certas pessoas são tomadas por sentimentos de vazio, frustação, por não terem conseguido alcançar as metas do ano... que o ano passou prá lá de rápido... que não deu tempo.
Por que todo ano é a mesma coisa? Essa época é ferias do trabalho, correria pra comprar presentes, ir ou não pra praia, no meu caso, passar o natal com a família dele ou com a minha, (já que moram todos longe). Enfin, são coisas que acabam estressando todos. Ao invés de estarem mais aliviados. E como diria um deseinho que eu adorava - Óh, céus! Óh, vida!
E segue a vida... bela, magnífica e explendorosa como sempre, com todas as possibilidades de felicidade que ela nos dá.
Reclamar, chorar, esbravejar? Pra quê...

Esse final de ano esta sendo totalmente novo, pois agora tenho a Manoela comigo, esse "chuchuzinho" da mamãe, eu estou adorando ser mãe dessa criaturinha apaixonante. Será diferente esse ano, pois ao invés dela passar o Reveillon comigo ,papai, vovó,mana lá no Uruguai, Vai passar comigo, a outra vovó, primas e cia Ltda em Torres. E sem a presença do papai, o que me deixa um pouco triste. Trabalhar na virada "é pra matar",como dizem por aqui os gaúchos.
Infelizmente não uso mais esse blog como válvula de escape,(me falta tempo) aliás esse post esta horrendo. Eu depois de tanto sem postar, vir aqui e postar abobrinhas? Essa não é a Mônica que eu conheço. Mas, já é um recomeço.


Feliz Natal.


Feliz Novo Ano.


Feliz vida.


Feliz Sorriso.


Feliz Abraço.


Feliz pai e mãe.


Feliz trabalho.


Feliz trânsito.


Feliz pessoas à sua volta.


Feliz AMOR

Feliz tudo.


Tudo feliz.


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Por Mônica às 12:47 |


terça-feira, agosto 21, 2007

O que tenho aqui?
mais uma vez, vazio...
desprovido de sentimentos maiores.
Não são todas as pessoas que conseguem suportar a leveza que é saber q tem alguém em algum lugar que gosta delas.
O que pra uns pode ter a leveza de uma pluma flutuante, à outros pode ter o peso reles do chumbo.
Não, não me venha falar de amores... Seja ele qual for não me fale de algo que tu ainda não podes suportar. Te desejo sorte para que um dia consigas, consigas sem pensar em acontecimentos, que apenas viva e estejas em paz para cultivar ele a cada dia.
Vai, me deixe aqui com essas por enquanto palavras. Elas já irão sumir, já que foi só mesmo o que existiu.

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Por Mônica às 14:00 |


terça-feira, julho 10, 2007



Parece um desamor,
Parece uma elucidação
de tudo que era sentido, mas não deveria ser dito,
dizem que o que os ouvidos não conhecem, também não dói ao coração.

Parece de fato um desamor, ou seria um amor que não existia?
Amores, dolores, pormenores, cores. Às vezes palavras só não bastam, é preciso, do gesto ao fato. E depois que o fato acontece, não há palavras que fazem voltar o sentimento de conforto que era sentido antes.

E assim segue meu desamor total.
Adoro palavras, mas nem todas.Prefiro as úteis, já as inúteis, faço que não ouço, mas palavra mesmo que retine como um símbalo por dias e noites a fio, não há uma hora sequer que não lembre delas, são aquelas palavras que nunca se pensou em escutar. palavras árduas, feias, parecem que não foram feitas pra caber em lugar algum. Essas palavras ainda conseguem piorar, quando se percebe que estão chegando aos ouvidos com sentimento. Essas infelizmente não há tempo em nós, não há borracha na mente, que possa aparar.

E o desamor ainda segue, alinhando tais palavras, de traz pra frente, embaralhando.
o q vem depois dele?
seria um vazio?
e depois desse vácuo? um vago?


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Por Mônica às 09:39 |